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Sector lácteo dos EUA contra livre comércio com Nova Zelândia |
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27-Ago-2008 |
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O sector de lacticínios dos Estados Unidos da América (EUA) destaca-se como um importante obstáculo para qualquer Acordo Livre de Comércio (ALC) entre a Nova Zelândia e os EUA.Na maior região de produção leiteira dos EUA, o Wisconsin, o candidato democrata do Congresso, Roger Kittelson, alertou para a hipótese da indústria de lacticínios daquele Estado norte-americano vir a ser prejudicada de for assinado um ALC com a Nova Zelândia.Segundo o candidato, as importações de lacticínios neozelandeses, nomeadamente concentrados de proteína do leite e outros produtos em pó, serão concorrentes directos com a produção de leite, queijos, soro de leite, manteiga, creme e lactose, de Wisconsin.Os americanos têm tarifas e quotas de forma a proteger o seu mercado dos produtos lácteos importados, no entanto a Fonterra tem desenvolvido um comércio lucrativo de leites em pó, incluindo concentrados de proteína, que não existiam antes do estabelecimento das quotas, mas são vendidas a altos preços.O candidato ao Congresso questionou as vantagens provenientes de um ALC com a Nova Zelândia, classificando o comércio neozelandês de pequeno, com apenas quatro milhões de pessoas.
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