| Preço baixo como arma de marketing |
| 17-Jan-2010 | |
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Cada vez mais os "euros" e a poupança são o sujeito das campanhas publicitárias das marcas. O Intermarché arrancou com uma nova linha de comunicação assente na aposta do baixo preço e poupança. Em período de rescaldo da crise económica, a marca do grupo. "Os Mosqueteiros" passa agora a promessa de que tem os preços mais baixos do mercado nos produtos mais úteis para os clientes. O conceito criado pela agência BBZ é sintetizado em "Mais do que Barato, Útil". A proposta não é nova no segmento: desde o convite de poder "contar" com o Continente, passando pelo Lidl onde garantem que "a qualidade é muito barata", ou mesmo no Pingo Doce, cujo conceito-chave era a proximidade, vê agora o aliciante no facto de saber "bem pagar tão pouco". Para além de que aqui os preços são "baixos de Janeiro a Janeiro". Para os especialistas, a justificação assenta em duas situações específicas: a mais óbvia é a crise e a consequente procura pelos produtos que ofereçam a melhor qualidade-preço. Já a segunda pode surgir fruto de motivos estruturais. "À semelhança do que eu disse recentemente sobre as tendências para 2010, estas novas campanhas confirmam que as marcas de distribuição e as 'low cost' ganharão este ano um palco próprio e vão crescer muito", afirmou o responsável pela agência My Brandm João Braz Frade. Ler mais: Notícias - Directório Alimentar |