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Angola aparece como mercado alternativo na exportação |
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24-Out-2008 |
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Numa altura em que o mercado português está saturado, há quem considere que Angola pode ser uma boa aposta na exportação de lacticínios. A fábrica de queijo Insulac, em São Miguel, já colocou esta hipótese em prática. Sensivelmente todas as semanas sai de Ponta Delgada um contentor de queijo dirigido a Angola.Os números segundo Jorge Costa Leite da Insulac, passam pelo envio de um contentor de queijo por semana, chegando assim às 500 toneladas por ano. De acordo com aquele empresário, a colocação de queijo no mercado externo, além de interessante do ponto de vista económico, é igualmente importante porque retira do mercado nacional - nesta altura fortemente saturado - alguns volumes que, a não ser assim, ainda aumentariam mais a concorrência nos espaços comerciais portugueses.Uma alternativa positiva, mas que também tem aspectos menos bons. O transporte da mercadoria é complicado, não só pelo seu custo elevado, mas também pelas condições do Porto de Luanda., que obrigam os navios a, por vezes, terem de esperar um mês ou mais para fazer a descarga do produto. Estamos a enviar queijo em Setembro e Outubro, que irá ser vendido por alturas do Natal , refere Jorge Costa Leite.
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